A Ruiva

A Ruiva Fialho de Almeida pertence quela fam lia de m dicos que se tornam escritores porque v em na literatura uma forma de medicina e na palavra um cido corrosivo mas terap utico Fialho tomou a soc

  • Title: A Ruiva
  • Author: Fialho de Almeida
  • ISBN: 9723709635
  • Page: 461
  • Format: Paperback
  • Fialho de Almeida 1857 1911 pertence quela fam lia de m dicos que se tornam escritores porque v em na literatura uma forma de medicina e na palavra um cido corrosivo mas terap utico Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia s podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi O primeiro cad ver que ele cortou com os instrumentos cir rgicosFialho de Almeida 1857 1911 pertence quela fam lia de m dicos que se tornam escritores porque v em na literatura uma forma de medicina e na palavra um cido corrosivo mas terap utico Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia s podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi O primeiro cad ver que ele cortou com os instrumentos cir rgicos da literatura foi o da Ruiva, essa complei o de est tua num corpo de oper ria lisboeta, em 1878 Tinha vinte anos e o resultado uma nova histologia social Louis Ferdinand C line, m dico como ele, escrever depois o brevi rio da profiss o destes novos higienistas saturar o negro do negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias s desaparecem quando os micr bios se enjoam das suas toxinas.

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      461 Fialho de Almeida
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      Posted by:Fialho de Almeida
      Published :2019-09-12T03:36:27+00:00

    2 thoughts on “A Ruiva

    1. Jos Valentim Fialho de Almeida, known as Fialho de Almeida is a portuguese doctor and post romantic writer Since 1893 he dedicated himself to journalism and literature His writting style is naturalistic, based on a strong perception of reality marked by strong emotions and city country side themes His published works include Tales 1881 , Vice city 1882 , The Cats 1889 and 1894 , Pleasant Lisbon 1890 , The Grape Country 1893 and Galiza 1905.

    2. La pelirroja, hija de un enterrador, cree que encontrará la felicidad en el matrimonio, cosa que no sucede. La novela retrata a las clases humildes de la Lisboa de finales del XIX y sus aspiraciones que esperan convertir en una realidad palpable. Lo destacable es la modernidad del libro tanto respecto al estilo caracterizado por el uso de la prosa poética para describir la ciudad que se mimetiza con el aire desgraciado de los personajes como por el tratamiento de ciertos temas, como el erotism [...]

    3. El placer junto a cuerpos indefensos, como el que sentía el Eguchi de Kawabata en La casa de las bellas durmientes, la necrofilia inicial de la Ruiva, una que nos recuerda al Jean-Claude Villanueve de Bolaño en Retorno o al Allan Poe de dientes y tumbas, y el erotismo pueril dejan paso al realismo miserable de un ambiente sub-urbano lisboeta decimonónico en el que el destino de la Pelirroja como el de toda su clase está escrito en las más sucias páginas de la violencia, el patriarcado, la [...]

    4. No geral até que gostei da história, mas houve partes em que dei conta da minha mente estar a divagar porque não me puxava muito. A escrita é interessante, frases bastante longas entre algumas bastante descritivas.Senti pena da vida da Carolina mas ao mesmo tempo fiquei irritada com ela porque não tomava iniciativa, não tinha brio nem interesse em tê-lo apenas se entregava à preguiça. Até que é compreensível o desinteresse do João. Duas personagens que levaram uma vida difícil e ma [...]

    5. Este conto fala-nos sobre o lado sedutor da morte, da beleza de um corpo níveo e imóvel, das fantasias da filha de um coveiro, nas suas mórbidas experiências e como estas ditaram o seu destino.Gostei do estilo de escrita de Fialho de Almeida, de linguagem cuidada mas simples, com poucos diálogos mas prosa cativante, apelando correntemente ao aspecto sensorial, diversas vezes sendo de forma múltipla.O virar de páginas decorreu de forma contínua e emocionante, almejando saber sempre um pou [...]

    6. Infelizmente, a novela não começa logo na acção, mas dá-nos antes um detour para que nos preparemos ao que ai vem. As personagens centrais: Carolina e João são-nos bem descritas e contêm uma profundidade realista. As descrições são um pouco exaustivas e algumas redundantes, no entanto, é também nas descrições que está o melhor do livro: as imagens de miséria e tristeza estão de tal modo bem escritas que vão ficar na memória durante muito tempo. A trama desenvolve-se, embora s [...]

    7. Promete, mas não cumpre, a meu ver. De início, a exploração do ambiente macabro e das atitudes necrófilas das personagens - o pai coveiro que dorme nos jazigos, a filha que cresce entre mortos, mortalhas e celebrações fúnebres, o despertar da sexualidade adolescente que desemboca numa parafilia perversa. O enredo promete. Destacam-se ainda os espaços sociais - a fábrica, os bairros pobres, a taberna, os prostíbulos. Depois o protagonista masculino desta história de amor(?), oriundo d [...]

    8. Não achei este conto minimamente cativante, tirando algumas excepções pontuais. O uso inteligente do português faz Fialho de Almeida ganhar pontos mas mesmo assim ficou áquem das expectativas.O tema é bastante interessante: a morbidez da existência da Ruiva - a filha do coveiro - marcada pelas suas descobertas que roçam a necrofilia e toda a espiral de acontecimentos que culminam na tragédia da sua vida, consequência de escolhas futéis meramente estéticas () O tema tinha tudo para da [...]

    9. A história de uma jovem rapariga, orfã de mãe, filha de um coveiro e totalmente abandonada. Não educada, não socializada, negligenciada em todos os aspectos da sua vida, linda e dona de um incomum cabelo ruivo, esta jovem vagueia pela vida, sem conhecer o que da vida se pode obter, e o que uma rapariga da sua idade é suposto viver. Fialho de Almeida escreve com uma fluidez e "ritmo falado" característico. Descreve a miséria e os amores de Carolina, do bairro e dos seus habitantes.

    10. A história de uma jovem rapariga, orfã de mãe, filha de um coveiro e totalmente abandonada. Não educada, não socializada, negligenciada em todos os aspectos da sua vida, linda e dona de um incomum cabelo ruivo, esta jovem vagueia pela vida, sem conhecer o que da vida se pode obter, e o que uma rapariga da sua idade é suposto viver.Faz lembrar o ambiente de decadência social presente também nas obras de Dickens.

    11. Editado en España por Periférica; magnífico libro. La miseria más descarnada contada con belleza y ternura. Que ya es difícil.

    12. Nem gostei muito, nem desgostei. Talvez o escritor pudesse ter desenvolvido mais a parte que ele queria realmente criticar…

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